
Didi, o técnico negro brasileiro em Copas do Mundo
O autor do primeiro gol no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, em 1950, sonhava comandar a seleção canarinho, à qual deu dois campeonatos,
Olimpíadas, questão de gênero e raça – espaço de confronto sem disfarces e de combate ao racismo esportivo; atletas que enfrentaram o racismo, o machismo e a LGBTfobia; excelência negra acima de todas as médias

O autor do primeiro gol no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, em 1950, sonhava comandar a seleção canarinho, à qual deu dois campeonatos,

Hélia Rogério de Souza Pinto, pioneirismo de raça e gênero, acostumada a fazer história em quadra, desbrava novos territórios como treinadora da seleção feminina sub-17.

Bicampeã nas águas e jornalista profissional, ela enaltece mulheres negras e nordestinas que têm nas águas do mar sua fonte de trabalho e vida. Érica

Brilhante, ele joga futebol desde os 6 anos de idade e cria, com as suas experiências profissionais e postagens nas redes sociais, possibilidades reais de

O maior de todos marcou 1.283 gols, enquanto os 39 artilheiros dos 40 clubes brasileiros de seu tempo marcaram 899. Ele é o “Atleta do

Atacante no começo dos anos 1980, desponta como revelação inglesa, e é também o primeiro jogador negro vendido – literalmente – por muito dinheiro no