
Adhemar Ferreira da Silva, dos recordes, Salto Triplo e volta olímpica
Pretinho, magrelo, gentil, sorridente, poliglota, adido cultural, quem leva o atletismo do Brasil ao topo do pódio, fenômeno olímpico, com mais de 40 títulos internacionais,
Len Taunyane e Jan Mashiari estreiam nas olimpíadas em 1904, correndo descalços. Na foto, Abebe Bikila vence, 60 anos depois, competindo nas mesmas codições.
Dos zulus, correndo descalços e de chapéu de palha, a Bolt, o mais veloz do mundo. Somos garra e superação ao longo desses 125 anos das Olimpíadas da Era Moderna. Mas a muralha do racismo precisa ser derrubada, ainda. Começa o aquecimento para o 23 de julho de 2021.
É Tóquio Negro.

Pretinho, magrelo, gentil, sorridente, poliglota, adido cultural, quem leva o atletismo do Brasil ao topo do pódio, fenômeno olímpico, com mais de 40 títulos internacionais,

Ou super-homem, maior velocista de todos os tempos, fenomenal, raio, multicampeão, lenda viva, único atleta na história a tornar-se tricampeão em duas modalidades de pista

Muhammad Ali, o melhor, o maior, o mais orgulhoso, o mais bonito e também entre os mais combatentes na luta negra pelo direito de existir.

Nos dias de hoje é comum ver negros e negras recebendo medalhas de ouro, prata e bronze em seus esportes nos Jogos Olímpicos, mas nem

Simone Manuel fez história na piscina do Estádio Aquático Olímpico do Rio de Janeiro, na quinta-feira, 11 de agosto de 2016. Ao vencer a final

Ela mudou o tênis feminino – um esporte de homens brancos. É presente na história preta como sinônimo de igualdade de gênero e raça, importante

Londres 2012. Ela é o ponto de partida , a primeira ginasta negra a conquistar o ouro da ginástica artística em uma apresentação individual. Era