
Exu, a figura mais controversa do panteão africano
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O início, a origem, o ponto de partida. Não só da humanidade, mas também da civilização. É de onde partimos e também onde devemos olhar, retornar e aprender. Onde nos encontramos com a nossa verdadeira potencialidade, nos fortalecendo e reconhecendo enquanto povo em diáspora.

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