
Racismo nos esportes, um confronto sem disfarces
O povo preto ‘empresta’ qualidade aos esportes, derruba o ideal de supremacia branca, enriquece os poderosos com seu talento e se enriquece também… Mas o
As primeiras invenções da história são africanas, afrofuturismo, saúde mental e física. Negras e negros, cientistas e inventores, que mudaram as ciências, que nos fizeram avançar tecnologicamente e tornaram a vida mais confortáveis criando facilidades para o trabalho doméstico, nos escritórios e até no trânsito. Da escrita à foto na Lua, passando pela cor do jeans, pelo celular, internet banda larga, projeto espacial, matemática das tranças.

O povo preto ‘empresta’ qualidade aos esportes, derruba o ideal de supremacia branca, enriquece os poderosos com seu talento e se enriquece também… Mas o

Sonhamos com atletas, celebridades, pessoas públicas, lutando contra o racismo. Mas é possível contá-los nos dedos, ainda, em especial nos esportes. Tudo tem um preço.

Ou super-homem, maior velocista de todos os tempos, fenomenal, raio, multicampeão, lenda viva, único atleta na história a tornar-se tricampeão em duas modalidades de pista

Muhammad Ali, o melhor, o maior, o mais orgulhoso, o mais bonito e também entre os mais combatentes na luta negra pelo direito de existir.

Pioneira, Melânia é Luz. Seus feitos, históricos no esporte, ainda permanecem vivos e inspiram muitos e muitas dos nossos. Sozinha, com sua pele preta, ela

Negra, escravizada, esposa, mãe, católica, advogada reconhecida como a primeira a exercer a função pela Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Piauí. O que