
Luislinda Valois, a primeira a dar uma sentença de cunho racial
Ela é jurista, magistrada, política brasileira. Entre as primeiras à frente de um Tribunal de Justiça, ministra dos Direitos Humanos, ativista negra. O que este
As várias possibilidades de ativismo nos movimentos negro, abolicionista, sindical, feminista, LGBT, mas também na música, na literatura, nas HQs, desenhos, no cinema, nos esportes, no jornalismo, via espiritualidade…

Ela é jurista, magistrada, política brasileira. Entre as primeiras à frente de um Tribunal de Justiça, ministra dos Direitos Humanos, ativista negra. O que este

O sangue senegalês se impõe e dois escritores vencem o prestigioso Goncourt tornando-se pioneiros negros na arte de contar histórias. O que este artigo responde:

A atriz é pioneira das pioneiras: primeira indicação e prêmio da Academia de Cinema, primeira a cantar no rádio e a ter um programa humorístico

“Teríamos que agir urgentemente em duas frentes: promover, de um lado, a denúncia dos equívocos e da alienação dos chamados estudos afro-brasileiros e, de outro,

Filho de um contínuo do Ministério das Relações Exteriores, vai do Rio de Janeiro ao Leste Europeu durante a infância. Se encanta com a diplomacia,

Vale a brincadeira: a Tempestade em X-Man provoca raios e tempestades como a primeira negra a ganhar o Oscar de Cinema de Melhor Atriz em

O primeiro negro a apresentar sozinho um programa de televisão no Brasil, pioneirismo conquista nos anos 1960. Wilson Simonal de Castro entra na história como

Considerada também a maior poetisa mística do Brasil, ultrarromântica, escrevia, com alguma influência simbolista, uma produção de alto valor estético. O que este artigo responde:

Bisneto de escravizado e filho de porteiro, ele ganhou 29 dos 32 casos que defendeu até ser o primeiro afro-americano a ocupar uma cadeira na

Ela mudou a história dos Estados Unidos ao negar-se a sentar em bancos de ônibus segregados – atitude repetida 11 anos depois por Rosa Parks.

Primeiro empresário negro, numa época em que livros eram considerados “coisa diabólica”, transforma a leitura em caminho para a libertação. O que este artigo responde:

O ativista político luta incansavelmente por uma África do Sul que pertença a todos e recebe reconhecimento internacional por retomar, nos anos 1950, campanhas não