
Etta Barnett, primeira negra a cantar na Casa Branca
Aconteceu em 31 de janeiro de 1933 e quem a convidou foi o presidente Franklin D. Roosevelt para abrilhantar sua festa de aniversário. Etta Moten
Música de protesto, ativismo feminino e LGBTQIAP+, resistência no samba, na Cultura Ballroom, na Underground Resistance, no Afrofuturismo e no som de Afrika Bambaataa; ressignificação nos blocos afros, no reggae, no samba reggae e na batida do tambor pela mão das mulheres; moda e música em diálogo atemporal; ícones como Elza Soares e Beyoncé transformando a sociedade; Quincy Jones e a animação Soul, na tela do cinema, dando o tom dos filmes com a sua música pela primeira vez. Pioneiros e pioneiras no gogó.

Aconteceu em 31 de janeiro de 1933 e quem a convidou foi o presidente Franklin D. Roosevelt para abrilhantar sua festa de aniversário. Etta Moten

O ano era 1938, época de segregação racial nos Estados Unidos. Daí este pioneirismo ser um feito impressionante e, pelo qual, ela pagou um alto

Voz poderosa, é a primeira cantora negra capa da Vogue e a mulher mais jovem a receber os quatro principais prêmios de entretenimento dos EUA

Ativista dos direitos humanos e causa negra, pioneiro, cria gênero musical que impulsiona a música africana para o mercado global a partir dos anos 1970,

Tudo que ele toca não vira ouro, vira dólares. E não lhe falta nem talento nem inspiração nem nome indicando que ele, de fato, nasceu

Mais que compositora talentosa, ela vendia partituras para comprar cartas de alforria. É autora da primeira marcha-rancho carnavalesca que se tem notícia, “Ô Abre Alas”, de