
Negras mulheres nas Olimpíadas
Alice, Melânia, Aída, Mireya, Wilma, Enith, Serena, Vênus, Simone Manuel, Biles, Naomi, Daiane, Beth, Wanda, Ketleyn, Sarah, Adriana… Atletas afrodescendentes que, desde sempre, combatem o
Irmãs Williams comemoram vitória nas Olimpíadas de Sydney de 2000, na Austrália, que marcaram a estreia de atletas negros em diferentes modalidades.
Negras, brasileiras, olímpicas e pioneiras: Melânia, Aída, Mireya, Serena, Simone, Gabby, Daiane, Marta combatem o racismo, o machismo e a homofobia no mundo através do esporte.

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Cinquenta e sete anos se passaram desde o feito desta velocista olímpica na mesma Tóquio, agora 2021: um salto não só em altura, mas no

Pioneira, Melânia é Luz. Seus feitos, históricos no esporte, ainda permanecem vivos e inspiram muitos e muitas dos nossos. Sozinha, com sua pele preta, ela

Pioneiríssima. Espetacular. A melhor jogadora da história! Supera Pelé em gols. Só ela ostenta pés femininos no hall da fama do Maracanã. Melhor jogadora do

Simone Manuel fez história na piscina do Estádio Aquático Olímpico do Rio de Janeiro, na quinta-feira, 11 de agosto de 2016. Ao vencer a final

Ela mudou o tênis feminino – um esporte de homens brancos. É presente na história preta como sinônimo de igualdade de gênero e raça, importante

Uma pirueta em torno de si mesmo, seguido de um mortal duplo, executado à perfeição, ao som do “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo e um nome para

Londres 2012. Ela é o ponto de partida , a primeira ginasta negra a conquistar o ouro da ginástica artística em uma apresentação individual. Era