
Música eletrônica de preto: Underground Resistance
Com influências do punk, grunge, hip-hop e muito mais, em Michigan, nos EUA, nasce o detroit techno. Com Mad Mike Banks, Jeff Mills e Robert
Lee Scratch Perry, Cyrius Kabiru e Grace Jones
Afrofuturismo é filosofia, é diálogo entre o passado e o futuro, ressignificando tudo sem sabotar a própria história. É o olhar preto, independentemente de nossa localização geográfica.
O ponto de partida é quem somos. E somos detentores de saberes amplos. E somos absolutamente livres para expressar nossos valores estéticos, sociais, culturais. E tudo se mistura com elementos da ficção científica, fantasia e temáticas não-ocidentais.
O foco somos nós, retratar nossos dilemas negros da atualidade, interrogar eventos históricos relacionados ao racismo global e alimentar sonhos de futuro, sem interferências colonialistas.
É transcender um passado doloroso adotando metodologias criativas, pensar realidades possíveis livres de opressão, resgatar autoconfiança e poder.

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Gente preta, civilização avançada, conhecimento tecnológico de vanguarda, cientistas brilhantes, naves voadoras, mitologia, resgate ancestral, poder… Muitos consideram ‘afrofuturismo’ um palavrão. Só que não. Quem

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Disc jockey, rapper, compositor e produtor americano do South Bronx, NY, notável por influenciar o desenvolvimento da cultura hip-hop nos anos 1980. O que este

Buscar o passado e imaginar o futuro – Sílvio de Almeida Sílvio de Almeida (Imagem: Christian Parente / divulgação) Afrofuturismo é a tecnologia com elementos